Especialistas de mercado e profissionais da rede Edelman abordam em profundidade assuntos vinculados aos principais temas que tocam a construção de marcas
Atualmente, muito tem se falado sobre o momento da indústria do esporte no Brasil. É neste cenário que as marcas questionam o que fazer para poderem “entrar nesse jogo”. Paira a dúvida sobre como trabalhar este conceito de forma a construir uma percepção positiva de associação ao esporte sem gerar uma percepção associada à ideia de oportunismo.
A cultura do Branding tem permeado diferentes disciplinas comunicacionais. E, sem dúvida, as Relações Públicas se constituem como a mais próxima da complexidade do panorama contemporâneo, no qual a incerteza figura como única constante e os stakeholders mostram-se em papeis mais fragmentados do que nunca – interna e externamente.
*Por Yacoff Sarkovas Entre a filantropia e a sustentabilidade, as empresas percorreram um longo caminho. Por séculos, compreendia-se que o seu papel social básico era gerar empregos e pagar impostos. Empresários mais generosos acresciam a caridade neste composto. Entre estes, alguns buscaram gerar maior impacto social com os recursos filantrópicos. Acabaram por criar as bases [...]
Há um consenso na alta gestão das empresas, independentemente do porte ou segmento: o mundo está cada vez mais conectado, rápido, incerto e, por consequência, complexo. As interações sociais têm se intensificado a tal ponto que as velhas tentativas de planejar o futuro mostram-se de certo modo obsoletas. E isso, claro, afeta o modo pelo qual as marcas se constroem e comunicam.
A edição 2012 da pesquisa goodpurpose mostra um brasileiro mais ativo e crítico quanto à relação que estabelece com causas socialmente relevantes e as marcas associadas a elas. Mundialmente, os mercados em rápido crescimento seguem o mesmo caminho e demonstram que a melhor alternativa para construção de marcas consiste em unir propósito e ação.
Em busca de direcionamento, e com o intuito de circular de maneira íntegra por essas novas ramificações, grandes corporações voltaram-se a valores universais para se apresentarem à sociedade. Exemplos disso podemos ver na comunicação de empresas como a TIM e a Natura, que têm como lema uma vida sem fronteiras e o bem-estar, respectivamente.
Em 2012, à medida em que as mais admiradas marcas globais adotam propósitos, chega o momento de discutir como trazer esses propósitos à vida real. Como este é um cenário em permanente mudança, vamos observar algumas tendências e aspectos culturais que poderão moldar a maneira pela qual as companhias determinam, incluem e executam seus propósitos neste ano.
Embora atitudes tenham papel determinante na construção do valor de uma marca, elas dependem de uma estratégia ampla e consistente como pano de fundo. Ao agir, uma organização materializa os valores, o propósito, os atributos, o posicionamento, a estética e outros fundamentos que compõem suas bases culturais e mercadológicas.